Alguns espaços são definidos menos por sua função e mais pelos processos que abrigam. Jardins e ateliês são exemplos disso: lugares onde o tempo, a memória e a experimentação operam de forma contínua, sem um estado final determinado.
O livro parte dessa lógica. Construído como um objeto cíclico e maleável, articula fotografias e desenhos que se sobrepõem e se contaminam como linguagem. As páginas convidam ao movimento — folhear, voltar, observar com mais tempo — revelando camadas, cores e imagens em constante recomposição.
O projeto gráfico foi desenvolvido por mim em parceria com Fabio Messias, buscando traduzir visualmente essa ideia de recomeço e transformação contínua.

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